História

A PAIXÃO PELA VINHA

Os alvarinhos Dona Paterna nasceram da paixão de Carlos Alberto Codesso que, inspirado pelo seu pai, Manuel Francisco Codesso, desde muito novo se interessou pela viticultura. Obstinado e incentivado pelo progenitor, em 1974, iniciou as primeiras plantações de alvarinho.

O acumular de experiência, o contacto com a vinha, o cultivo de videiras, o explorar e conhecer o terroir e, por fim, a experiência na vinificação, foi a pedra-base para a criação, em 1990, da marca de vinho Dona Paterna.

Esta relação entre o vinho e o terroir onde se insere, a sub-região Monção e Melgaço, o respeito pelo meio ambiente, bem como a aposta na tecnologia, permite hoje apresentar diferentes perfis, quer de alvarinho como de outras castas, de elevada qualidade.

A HISTÓRIA QUE DEU ORIGEM AO NOME

Localizada numa das mais importantes sub-regiões da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, a sub-região de Monção e Melgaço, a adega Dona Paterna situa-se, concretamente, no município mais a norte de Portugal, Melgaço, na Quinta da Carvalheira, no centro da freguesia de Paderne, uma região fortemente marcada pela cultura da vinha, nomeadamente da casta alvarinho, uma das castas brancas mais ilustres e considerada, por muitos, a melhor casta branca enxertada nas vinhas portuguesas.

Em seu redor é possível admirar, para além da rica paisagem natural, o antigo Mosteiro e a sua vetusta igreja românica, considerado monumento nacional. Uma velha tradição histórica refere que o Mosteiro de Paderne terá sido fundado no século X por D. Paterna, casada com o Conde D. Hermenegildo, governador de Tui (Espanha) e irmã do famoso São Rosendo da Ordem dos Cónegos Regrantes de Stº Agostinho. O nome desta freguesia tem aqui a sua origem e, honrando a História, o nome deste vinho – Dona Paterna.

UM TERROIR ÚNICO NO MUNDO

As condições naturais de microclima e solo, fazem da sub-região de Monção e Melgaço um terroir único no mundo, o berço do alvarinho. Graças à exposição atlântica e a um clima caracterizado por elevada pluviosidade, humidade atmosférica, temperatura amena e pequenas amplitudes térmicas, a casta alvarinho atinge neste terroir o máximo das suas potencialidades.

O vinho Alvarinho é um vinho nobre. Esta casta só se produz até 200 metros de altitude, e é aqui que esta casta encontra as condições ideais para o cultivo e maturação. Por isso a sua raridade e baixa produção. Monção e Melgaço é, não só o berço, mas o solar do Alvarinho.

A sub-região de Monção e Melgaço foi criada em 1908, integrada na Região dos Vinhos Verdes, mas a casta Alvarinho existe em Portugal há mais de 700 anos.

VINHOS ÚNICOS

Os alvarinhos Dona Paterna são produzidos exclusivamente com uvas da casta Alvarinho, numa área de 17,5 hectares, em terrenos de origem granítico de encosta suave e meia encosta virados para Sul, para assim se obter uma melhor exposição solar e, desta forma, beneficiar a sua maturação.

As novas tecnologias de fermentação, aliadas a processos ancestrais de vinificação, contribuem para extrair toda a qualidade das uvas que chegam à adega. O resultado são diferentes perfis, com sabores únicos e autênticos, fazendo jus ao terroir que lhes dá vida, e ideia para diferentes acompanhamentos: como aperitivo ou para acompanhar mariscos, pratos de peixe ou de carnes de aves.

O apoio enológico está a cargo do enólogo Fernando Moura, um dos técnicos mais experientes e credenciados da região.

São cerca de 50 anos, motivado pela paixão e pela vontade de saber e fazer mais e melhor. Aliás, foi o meu espírito aventureiro que me levou a apostar nas aguardentes quando mais ninguém tinha.
Carlos Alberto Codesso
Produtor

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